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André Paste queria ter um álbum dele e passou mais de dois anos trabalhando em Shuffle, sua estreia como produtor. Logo ele, que, ainda adolescente se tornou conhecido por mexer com o trabalho alheio em mash-ups e edits, se tornando um dos principais nomes da cena mash-up brasileira.

Entre os 16 e os atuais 23 anos, André tocou em festas e festivais de Belém a Porto Alegre. Envolveu-se também com a Avalanche Tropical, núcleo produtor de festas e intercâmbio com artistas de outros cantos do mundo. Explorou ainda novas cenas musicais populares do país em mixtapes temáticas sobre o gangsta brega e o lambadão. Esse apreço pelo popular, assim como uma boa dose de humor, sempre foram características marcantes dos mash-ups e de toda a imagem que André construiu para si na internet.

Por isso, talvez Shuffle possa surpreender muita gente. Essencialmente um disco de produtor, ele mostra outras faces do André, que, como um toca-MP3 no modo shuffle, dispara uma surpresa a cada nova faixa, contemplando mundos tão distantes quanto o tecnobrega e a chillwave. Mas não pense que ao atirar para tantos lados o disco não tenha unidade. Ao lado do co-produtor e braço direito Lucio Silva – ele mesmo, o SILVA -, André entrega um álbum em que sonoridades distantes dialogam sob o signo das good vibes.

Como não canta, André chamou um monte de amigos para cantar no disco. E olha a turma que ele juntou: We Are Pirates, Holger, Fepaschoal, João Brasil, Waldo Squash (Gang do Eletro), Mozine (Mukeka di Rato, Merda, Os Pedrero) e SILVA. Lucas Silva, que escreve letras para o SILVA, colaborou com as letras de “Não Pode Parar”, “A Calma”, “Island” e “Laura”.

Faixa a faixa

Composta após uma semana inteira de pesquisas sobre o músico italiano, a vinheta “Introduzione (para Eros Ramazzotti}” abre o disco em grande estilo.

Espécie de chillwave tropical, “Island” chegaem seguida como brisa fresca em um dia quente. Os vocais ficam por conta da banda We Are Pirates, de Colatina(ES).

“Cosmos” tem participação e letra da banda paulistana Holger, companheira de André no combo Avalanche Tropical. André diz que sempre achou que a banda poderia soar bem com pianos no lugar das guitarras em que são especialistas. Digamos que ele acertou na mosca com esse house percussivo sideral.

A vinheta “Flanger” aparece como uma homenagem ao “comic sans” dos efeitos sonoros.

“Não sei o que é essa música, diz André, sobre “A Calma”, cantada pelo capixaba Fepaschoal. “Tem um guitarra meio garage, um violãozinho meio Jorge Ben, flauta peruana, sinth doido, beat eletrônico”. É isso mesmo. E a mistura deu certo.

“Não Pode Parar” é, música e letra, sem tirar nem por, um funk melody clássico, de uma época em que os beats ainda eram calcados no electro e os versos falavam de amor e música. Os vocais de João Brasil completam a receita.

“Réquiem for Tiësto”, traz o paraense Waldo Squash, da Gang do Eletro, recitando o nome das cidades-ferveção Miami, Ibiza, Berlim e Belém sobre uma base pomposa que mistura tecnobrega, psy trance (!) e Beethoven (!!).

“Horóscopo” é versão brega reggae punk da música de Carlos Santos, o “Sílvio Santos do Pará”. O vocal botequeiro é cortesia de Mozine, do Mukeka di Rato, Merda e Os Pedrero.

“Quase” faz a ponte para “Laura”, que traz SILVA nos vocais e nasceu de uma pesquisa de timbres feita junto com Lúcio no estúdio. O resultado é um house romântico sobre um beat sincopado.

“Don’t Hate, Just Celebrate” fecha o álbum receitando a filosofia de vida de André: menos ódio, mais amor e celebração. É a faixa mais festeira do disco.

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